Outra vez estive por lá. Aproveitei para melhorar o espírito com amigos, pai e mãe, ver o que ainda não tinha visto e me encantar com os absurdos e belezas do cotidianos paulistano.
No primeiro dia uma amiga me mostrou placas de sinalização com formas de corações, estava sem óculos, mas o sinal fechado me deu o tempo para corrigir a miopia e ver os corações. No momento pensei, que linda maneira de lutar para que exista amor em SP.
Depois vi várias declarações em muros que insistiam no amor, quase sempre de forma anônima, onde apenas os envolvidos se reconheciam. E conclui a amorosidade tem um caminho para ser descoberta e eu acredito que seja via gentileza.
Vi algumas ¨single ladies¨ na correria para encontrar um rapaz que alivie seus desejos de namorar, esquecem um pouco o caminho pra chegar a amabilidade e não entendi nada.
Hoje conversando com uma amiga vi uma explicação do que as ¨single ladies¨não estão fazendo e tá lá no primeiro ensinamento da raposa ” – Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a fez tão importante”. É algo tão sutil que pode passar despercebido, talvez pela pressa de chegar ao objetivo de ser “eternamente responsável por aquilo que cultivas”.
No meu caminhar ocioso por São Paulo, senti que atravessei um portal quando encontrei estes buracos de amorosidade na sociedade anônima e nessa hora o portal mágico me fez pensar em Curitiba. É o presente onde melhor consigo caminhar pela estrada da gentileza.
futebol de pimpolhos.
o bonito de sempre.
amorosos fazem o mundo melhor.
casa amarela, sem banheiro.
Lichtenstein na porta da Pinacoteca
praia na Paulista?






tô in love. com esse blog. lindo.
;D
ohh agradecida!
<3
amo essa cidade de um jeito tão doido
pode não parecer, mas eu também amo!
Mariii, melhor post EVER. Mesmo sem estar lá, consegui compreender totalmente o q vc diz. Deu pra sentir até o cheirinho dos corazones. Bjim :o)