Arquivo | Novembro, 2011

um passeio pela feira

25 Nov

 Toda sexta-feira, até os 10 anos de idade, acompanhava minha mãe ao mercado de Taubaté.  Tínhamos duas sacolas com listras coloridas com verduras e frutas da estação, tomávamos água de coco e antes de voltar pra casa comprávamos docinhos caseiros, meus favoritos eram os figos açucarados que ao chegar em casa eram recheados com doce de leite, pura gordice.

Quando morei em Londrina, levei meu pai pra comer um pastel na feira, da Rua Belo Horizonte, o comentário dele foi:¨não é possível, esses japoneses pintam as frutas a noite¨

Apesar de em Buenos Aires não ter feiras ao ar livre, havia muitas quitandas.

Em Curitiba, todos os turistas se encanta com o ótimo mercado municipal, mas como é um pouco distante da minha casa acabo frequentando pouco.

Atualmente minha feira é  aos sábados a poucos quarteirões da minha casa, no Passeio Público.

O bacana é que como são os próprios agricultores que vendem, eles te dão dicas de como cozinhar e com o que alimento vai bem. Todas as frutas, verduras e legumes são orgânicos. O preço não é abusivo. Há uma diversidade de alimentos da estação e de verduras que você nem sabia que existiam, antes desta feira eu não conhecia a deliciosa raiz açafrão.

Ok acontecem deslises outro dia trouxe pra casa uma verdura que parecia uma batata salsa grande, mas que tinha uma textura de cenoura que assou demais, não fez nenhum sucesso e como não sabia o nome do tal  legume, fui bastante zombada. Além dos alimentos desconhecidos, a feira tem outras coisas estranhas, como: não tem nenhum feirante gritando frases quase folclóricas: moça bonita não paga, mas também não leva; não tem pastel :( e não tem a chepa; não tem nenhum caipira cantando músicas para arrecadar umas moedinhas.

Vamos dizer que essa feira é bem tranqui, ideal pra quem é natureba e procura qualidade de vida. Pra mim tá ótima, mas as vezes vou na feira perto do estádio do Curitiba pra lembrar  como era a feira de antes. Se não puder ir no Passeio Público ela passeia pela cidade olha aqui.

continue fazendo coisas

24 Nov

A vida é um clichê

19 Nov

ritabored

  

 City Hall Sq. Central Copenhagen

<3

Y me hizo a volar en el cielo infinito

7 Nov


vídeo de Joaquín Sanches no MUSA – Bienal de Curitiba

Solar do Barão

Casa Hoffmann no Memorial da cidade

bindi?

tá incluído no preço do alface?

accademia <3

pensamentos…

Volaré, oh oh
Cantaré, oh oh oh oh
Nel blu dipinto de blu

Bom dia, flor do dia 2.

5 Nov

Inspiração do dia:  flor do mato.

<3

Pedrinhas de Petit Pavet

3 Nov

Se essa rua
Se essa rua fosse minha
Eu mandava
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas de PETIT PAVET
Só pra ver
Só pra ver meu bem passar

Assim como, o calçadão de Copacabana, algumas ruas do centro de São Paulo, os boulevards de Paris, Curitiba também tem o chão desenhado por pedras de mármore branco e diabásio preto.

Aqui, não temos ondas, pela minha rua no Centro Cívico encontro desenhos de araucária, pinhas e outras abstrações engenhosas pensadas por paisagistas, como Bule Marx que reinventou o mosaico das praias cariocas, ou por algum calceteiro inventivo.

Todas de encher os olhos,  sei que essas pequenas pedrinhas são motivos de amor e ódio, pois quando mal conservado não é o mais adequado para cadeirantes e para as usuárias de salto alto, esse texto mostra que o desgosto pelas pelo pavimento vem da época do Matheus Leme , recomendo: Petit Pavé a herança maldita .


ao redor inspiração do rato preto com queijo do bleklerat ou o rato

preto que todo mundo pensa que é do banksy

ao fundo

Uma Praça da Liberdade de Adrian Lohmüller, para  a Bienal de Curitiba 

 foto do laços e tachas da Nayara

petit pavet perto do céu

quero uma casa IGUAL <3

amor sobre petit pavet

Por acaso, achei esse vídeo chamado PETIT PAVET,  o cara pintada é o compositor e cantor Léo Fressato, lembra dele?

vida longa ao petit pavet

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